sexta-feira, 16 de julho de 2010

Fotos


Se eu pudesse levar todos os momentos que vivi, os sentimentos que senti, as pessoas que convivi. Se eu pudesse estar com quem me fez melhor. Se pudesse concertar meu passado, deixá-lo-ia como está, pois foi a partir dos erros e acertos que cometi que aprendi a ser quem sou. Se eu pudesse prever meu futuro não o veria, senão perderia a graça de desvendar desafios e sentir as surpresas emoções de cada ação.
Mas, se eu pudesse levar uma única coisa para relembrar tudo que passei, traria comigo as fotos tiradas pelas lentes dos olhos de meu coração, hoje chamadas de: lembranças. As quais ser nenhum é capaz de roubar de mim, Já que não posso resgatar amores que um dia jurei eternidade, amigos que me disseram que estariam sempre ao meu lado, a liberdade e a inocência de viver como criança.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Será?


-Qual profissão você quer exercer futuramente?
Sempre me fazem está pergunta... Eu já passei grande parte do meu tempo me indagando sobre isso...
-Ser dentista, porque quero dar a todos um belo sorriso para que tenham a segurança de que a vida é uma mágica. Basta um sorriso verdadeiro no rosto para nos fortalecer. Ou talvez, ser aeromoça... Sinto uma alegria que flutua dentro de mim quando olho no céu e vejo os pássaros voando com asas da liberdade. Estar lá em cima, junto com as aves, talvez possa fazer com que eu consiga ver a vida de um novo ângulo.
Há tantas profissões que eu posso escolher. Talvez seja essa a dificuldade que temos na hora da escolha. ''Ser ou não ser, eis a questão''.
Eu posso não ter dito, mas quando citei essas duas opções, verdadeiramente, meu coração se contradizia: ''-Não adianta você tentar se enganar!'' Estas palavras me doem fortemente não pela forma como é pronunciada, mas o porquê de ser dita.
Além das sensações que sinto pensando nestas duas profissões, sinto uma força muito maior que transcende todo meu ser quando estou escrevendo, imaginando, criando. Já pensaram no que uma palavra mal dita pode causar? Ou, no que um conselho amigo pode evitar?
O escritor pode ser até mais livre do que o pássaro no céu. O escritor pode trazer nas suas escritas, o que alguém precisar ler para se sentir renovado.
Embora a escrita seja fundamental na nossa vida, algumas pessoas ainda não perceberam quão valorosa ela é, infelizmente.
Vivendo em pleno século XXI, em que os sonhos estão aí para ser vividos por nós, mas a realização está cercada por arames farpados, escolher esta profissão que depende muito da população pode exigir de mim a insistência e persistência que eu ainda não adquiri. Terei que limpar o caminho para que eu possa segui-lo calmamente.
Continuar a confiar em meu coração, ou escolher uma profissão na qual o sucesso possa estar mais garantido?
Na verdade, ainda não sei. Pode ser que eu não venha a ser escritora, mas espero que um dia, mais breve, as pessoas percebam que a escrita não é só o que está reproduzido no papel, mas, que por trás de cada palavra há um sentimento, uma ajuda, um por que...

Espelho infiel


Percebo que há muitas pessoas, ou todas, passam o tempo a julgar o que fazemos, quem somos, o que é certo ou errado. Assim classificamos de acordo como nós próprios agimos, se algo é diferente do que estamos adaptados já interferimos dando nossa concepção a respeito.
Eu mesma já me perdi apontando o que estavam fazendo. Entre muitas condenações, esqueci de me olhar no espelho e analisar o reflexo de quem realmente sou. Me deixei mover pelo que falavam de mim,e, quando vi aquele ser refletido no espelho pensei que eu não existia, ou melhor, que todos aqueles que eu havia julgado estavam unidos agora formando uma única pessoa. Eu percebi que durante todo o tempo eu me autocondenava.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Aos Leitores e seguidores

Havia dito na minha primeira postagem que atualizaria meu blog semanalmente, porém nem tudo é como desejaríamos que fosse (falarei sobre isto no próximo post). Sei que depende de mim para que tal ação se realize, mas eu também sou dependente do meu eu em conjunto, e infelizmente o momento não está favorável a mim! Nesta semana, senti que estou numa fase de grande inspiração, mas no momento em que tenho o lápis em mão e uma folha cedendo seu espaço branquíssimo para que transmita ali meus sentimentos, crítica, opinião eu não consigo realizar com sucesso, talvez por que eu esteja ainda mais exigente, ou por que realmente tenha que enfrentar esta situação e esperá-la passar!
Escrevo aqui para informá-los de que não esqueci de meu blog, nem mesmo deixei de escrever, afinal, se assim eu fizer deixarei para trás a Gabriela e já não entenderei mais os momentos, os sentimentos por que só assim eu compreendo ou, ao menos, tento compreender a vida!
Antes de me despedir, gostaria de agradecer à todos que me seguem ou leem o que aqui posto, saibam que, embora haja poucos leitores, vocês fazem a diferença e não deixam o meu sonho morrer! (Um dia falarei sobre isto com mais detalhes)
Grata,
Gabriela.

terça-feira, 8 de junho de 2010


Dingolbell, Dingolbell ...
Era dezembro. As crianças começavam a rabiscar as cartinhas para aquele que lhes traziria presentes já que tinham sido, durante o ano, obedientes e educadas, sempre fazendo o uso das palavrinhas mágicas.
Pediam brinquedos modernos aqueles que passavam nos comerciais, tênis e sandálias, roupas que os garotinhos(as) exibiam nas propagandas.
Estavam todos contentes, pois sabiam o que escreviam na carta iria se tornar real, pois papai noel era como um ''gênio da lâmpada mágica'', que atendia aos pedidos.
A professora, que acompanhava seus alunos na classe, avistou Lúcia sentada na última carteira e parecia viajar em seus pensamentos, mesmo sem nada escrever.
-Lúcia, por que não está escrevendo sua cartinha para o papai Noel? Não quer receber brinquedinhos também?
-Sim, professora!
-Então, por quê não faz seu pedido? Afinal...o que quer neste natal?
- Professora, não escrevo meu desejo no papel porque o que quero não depende do Noel, mas das pessoas que convivem comigo e, principalmente, de mim. O que quero dinheiro não paga. Não desejo me sentir realizada apenas no momento em que desembrulhar meu presente e ver o que haviam me trazido era o meu pedido. O que desejo neste momento está longe deste mundo capitalista. O que quero é... ser feliz!

Ser mãe é...

Dedico à todas as mães, afinal, é graças à elas que estamos aqui hoje!





Ser mãe é... Acordar com o relógio despertando, o sol começando a clarear o quarto e saber que tem um dia longo de serviço pela frente, e mesmo assim, estar feliz e animada para cumpri-lo.

Ser mãe é... Acordar bem cedo e fazer o café da manhã bem caprichado, para que os seus filhos possam começar o dia com as energias em ação.

Ser mãe é... É conseguir ver nos segundos, minutos do relógio que os seus filhos estão se desenvolvendo, se tornando um cidadão de bem. Ver que tudo aquilo que um dia sonhara, está se tornando realidade.

Ser mãe é...
É saber que seu filho está passando por momentos difíceis, está criando asas pra voar, mas mesmo assim não desistir nem desanimar de seus ideais. Afinal, o educou para um dia ser independente.

Ser mãe é... É ser feliz apesar dos pesares! É perceber que tudo que fez e faz na sua vida é para o bem de seu único tesouro: filho. E o que fez até o presente momento, valeu à pena!

terça-feira, 1 de junho de 2010

As más situações que nos acontecem, quando bem analisadas, servem como instrumento para a correção de algo.